A Oxetil
Perguntas Freqüêntes
   
 
1) O reprocessamento de artigos médico- hospitalares de uso único é seguro e legal?
R.: Sim. O reprocessamento é seguro e legal desde que seja protocolado e validado. Para isso, a indústria reprocessadora deverá apresentar protocolos validados para cada material. Uma reunião em Brasília, realizada em Junho de 2005, discutiu a nova RDC (Resolução de Diretoria Colegiada) que vigorará em breve e vem a padronizar e estabelecer regras para o reprocessamento de qualidade, incluindo a exigência acima citada. A Oxetil segue as normas estabelecidas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e está se preparando para a nova RDC.

2) As industrias reprocessadoras podem reprocessar qualquer material médico-hospitalar?
R.: Não. A Oxetil orienta aos seus clientes que nem todos os materiais médico- hospitalares podem ser reprocessados. Seguimos a legislação atualmente em vigência: Portarias 3 e 4 de 7 de Fevereiro de 1986, as quais citam os materiais que são de uso único e não podem ser reprocessados. É importante salientar que um material médico-hospitalar mesmo não estando citado com proibição em Portaria, para ser reprocessado com segurança deve apresentar um protocolo validado (descrição de todo reprocessamento e metodologia de controle).

3) O que acontece caso o cliente (hospital) envie um material médico- hospitalar descrito em Portaria com proibição de reprocessamento à uma indústria reprocessadora?
R.: Os clientes da Oxetil não devem se preocupar pois nossa equipe está preparada para bloquear o reprocessamento dos materiais que estão na Portaria 3 e 4. Os materiais serão devolvidos com identificação de “contaminados”,completamente separados dos esterilizados, com explicação do motivo de tal devolução.

4) Por que a indústria reprocessadora bloqueia o reprocessamento de certos materiais médico-hospitalares?
R.: Existem três motivos para a devolução, feita pela Oxetil, de um material médico- hopitalar não reprocessado:
a) Apresentam-se descritos nas Portaria 3 e 4 e não podem ser reprocessados em hipótese alguma;
b) Materiais com sujidade impregnada mesmo após todo o reprocessamento serão devolvidos como “contaminados” pois impedem a eficácia da esterilização;
c) A bioimcopatibilidade como no caso de materiais de difícil secagem devido ao design, é outro fator para a devolução do material não reprocessado, pois assim como a sujidade a água interfere na eficácia da esterilização;
d) A funcionalidade é ponto chave para o reprocessamento de um material médico- hospitalar, a qual é avaliada no controle de qualidade Oxetil. Sem funcionalidade, o material não apresenta resultado favorável ao cliente com seu reprocessamento. Lembrando: “O material médico- hospitalar que não está limpo e seco, não estará esterilizado”.